Fontes exclusivas da operação confirmam que forças americanas e israelenses lançaram uma ofensiva conjunta codinome "Epic Fury" e "Roaring Lion", atingindo o complexo residencial do líder supremo Ali Khamenei.
Segundo informações obtidas por fontes israelenses de alto escalão, Khamenei foi atingido diretamente e não há sinais vitais. O Irã ainda não confirmou a morte.
A operação destruiu instalações nucleares em Natanz e Fordow, além de bases da Guarda Revolucionária em Isfahan e Qom.
Fontes exclusivas revelam que drones americanos B-2 Spirit e mísseis israelenses Jericho participaram dos primeiros ataques, com precisão cirúrgica em alvos de alto valor.
O presidente Donald Trump confirmou a ação em comunicado, afirmando que o objetivo era eliminar a ameaça nuclear iraniana antes que fosse tarde demais.
Benjamin Netanyahu declarou que "o ditador Khamenei não existe mais" e que a operação foi preventiva para proteger Israel e o mundo.
O Irã retaliou imediatamente com lançamentos de mísseis balísticos contra bases americanas no Bahrein e Qatar, além de alvos em Israel.
Fontes exclusivas indicam que uma escola em Teerã foi atingida por erro de cálculo durante o ataque inicial, causando dezenas de mortes civis.
O número de mortos até o momento supera 200, segundo o Crescente Vermelho iraniano.
A aviação civil foi suspensa em todo o Golfo Pérsico.
Fontes próximas ao Pentágono revelam que a operação foi planejada há semanas após fracasso nas negociações nucleares em Genebra.
O ataque marca o fim de uma era no Oriente Médio e abre um período de incerteza global sem precedentes.
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