O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos (CENTCOM) confirmou em comunicado oficial que as forças militares americanas estão direcionando ataques precisos contra centros de manufatura chave no Irã, utilizando força esmagadora para cumprir objetivos militares claros e focados. A declaração enfatiza que a ação visa eliminar a capacidade do Irã de projetar poder contra americanos e seus vizinhos na região do Oriente Médio.
Emitida pelo comandante do CENTCOM, almirante Brad Cooper, durante uma atualização sobre a Operação Epic Fury em 16 de março de 2026, a afirmação destaca: “The U.S. military is targeting key manufacturing centers in Iran with overwhelming force. Our forces are accomplishing very clear and focused military objectives to eliminate Iran's ability to project power against Americans and against its neighbors.” Essa operação, lançada sob autorização do presidente Donald J. Trump no início de março de 2026, representa uma escalada significativa nas tensões entre os EUA e o Irã, motivada por alegações de ameaças nucleares iminentes e ataques proxy contra interesses americanos e israelenses.
De acordo com relatórios do Pentágono, os alvos incluem instalações de produção de mísseis balísticos, fábricas de drones e depósitos de armazenamento de armamentos, localizados em regiões como a ilha de Kharg, no Golfo Pérsico, onde foram destruídos todos os alvos militares identificados sem danos a infraestruturas civis de exportação de petróleo. Mais de 15.000 alvos foram atingidos desde o início da operação, incluindo centenas de mísseis, lançadores e drones, além de severa degradação das defesas aéreas iranianas e obliteração da Força Aérea e da Marinha do país, com vários navios afundados.
A Operação Epic Fury integra elementos de ataques aéreos, cibernéticos e de forças especiais, com participação coordenada de aliados como Israel. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou em briefing que as ações focam em “centros de gravidade” do complexo militar-industrial iraniano, visando desmantelar a capacidade ofensiva sem visar diretamente a população civil, em conformidade com o direito internacional humanitário, incluindo a Convenção de Genebra e as normas da ONU sobre proporcionalidade em conflitos armados.
No âmbito jurídico, a operação é justificada pelo governo dos EUA sob o artigo 51 da Carta das Nações Unidas, que permite defesa coletiva contra ameaças armadas. Críticos internacionais, incluindo a Rússia e a China, condenaram as ações como violação da soberania iraniana, enquanto o Irã reportou milhares de baixas e danos extensos, prometendo retaliação. Nos EUA, a operação recebeu apoio bipartidário inicial, mas enfrenta escrutínio no Congresso quanto à autorização legal, com base na War Powers Resolution de 1973, que exige notificação ao Legislativo em até 48 horas de hostilidades.
A declaração do CENTCOM reforça a estratégia de “paz através da força”, ecoando pronunciamentos do presidente Trump, que atualizou o progresso da operação via redes sociais e comunicados da Casa Branca, destacando a destruição total da ameaça nuclear iraniana.
**Conclusão e resumo detalhado**
A declaração do CENTCOM sobre os ataques das forças armadas dos EUA a centros de manufatura chave no Irã com força esmagadora integra a Operação Epic Fury, lançada em março de 2026 sob o presidente Trump, com objetivos claros de eliminar a capacidade de projeção de poder iraniana contra americanos e vizinhos. Os alvos incluem fábricas de mísseis, drones e instalações na ilha de Kharg, resultando em mais de 15.000 impactos e destruição da Força Aérea e Marinha iranianas, sem danos reportados a civis. Justificada sob o artigo 51 da Carta da ONU para defesa coletiva, a operação segue normas de proporcionalidade do direito humanitário internacional, mas é criticada por violações de soberania e enfrenta análise no Congresso via War Powers Resolution. A matéria baseia-se em comunicados oficiais do CENTCOM, Pentágono e Casa Branca, preservando imparcialidade e destacando que os desdobramentos continuam sob monitoramento internacional, sem evidências divulgadas de violações jurídicas até o momento.
U.S. MILITARY TARGETS KEY MANUFACTURING CENTERS IN IRAN WITH OVERWHELMING FORCE TO ELIMINATE POWER PROJECTION CAPABILITY
The United States Central Command (CENTCOM) confirmed in an official statement that American military forces are directing precise strikes against key manufacturing centers in Iran, using overwhelming force to achieve clear and focused military objectives. The action aims to eliminate Iran's ability to project power against Americans and their neighbors in the Middle East region.
Issued by CENTCOM commander Admiral Brad Cooper during an update on Operation Epic Fury on March 16, 2026, the statement emphasizes: “The U.S. military is targeting key manufacturing centers in Iran with overwhelming force. Our forces are accomplishing very clear and focused military objectives to eliminate Iran's ability to project power against Americans and against its neighbors.” This operation, launched under authorization from President Donald J. Trump in early March 2026, represents a significant escalation in tensions between the U.S. and Iran, driven by allegations of imminent nuclear threats and proxy attacks against American and Israeli interests.
According to Pentagon reports, the targets include ballistic missile production facilities, drone factories, and armament storage depots, located in areas such as Kharg Island in the Persian Gulf, where all identified military targets were destroyed without damage to civilian oil export infrastructures. Over 15,000 targets have been struck since the operation began, including hundreds of missiles, launchers, and drones, along with severe degradation of Iranian air defenses and obliteration of the country's Air Force and Navy, with several ships sunk.
Operation Epic Fury integrates elements of airstrikes, cyber operations, and special forces, with coordinated participation from allies such as Israel. Defense Secretary Pete Hegseth stated in a briefing that the actions focus on Iran's military-industrial complex “centers of gravity,” aiming to dismantle offensive capabilities without directly targeting the civilian population, in compliance with international humanitarian law, including the Geneva Conventions and UN norms on proportionality in armed conflicts.
In the legal realm, the operation is justified by the U.S. government under Article 51 of the United Nations Charter, which allows for collective self-defense against armed threats. International critics, including Russia and China, have condemned the actions as a violation of Iranian sovereignty, while Iran has reported thousands of casualties and extensive damage, vowing retaliation. In the U.S., the operation received initial bipartisan support but faces scrutiny in Congress regarding legal authorization, based on the War Powers Resolution of 1973, which requires notification to the legislature within 48 hours of hostilities.
The CENTCOM statement reinforces the “peace through strength” strategy, echoing pronouncements from President Trump, who updated the operation's progress via social media and White House communications, highlighting the total destruction of the Iranian nuclear threat.
**Conclusion and detailed summary**
The CENTCOM statement on U.S. military strikes against key manufacturing centers in Iran with overwhelming force is part of Operation Epic Fury, launched in March 2026 under President Trump, with clear objectives to eliminate Iran's power projection capability against Americans and neighbors. Targets include missile factories, drones, and facilities on Kharg Island, resulting in over 15,000 impacts and destruction of the Iranian Air Force and Navy, with no reported civilian damages. Justified under Article 51 of the UN Charter for collective defense, the operation adheres to international humanitarian proportionality norms but is criticized for sovereignty violations and faces Congressional review via the War Powers Resolution. The article is based on official CENTCOM, Pentagon, and White House communications, preserving impartiality and noting that developments remain under international monitoring, with no disclosed evidence of legal violations to date.