Em operação de inteligência considerada uma das mais graves da história recente da República Popular da China, o ex-ministro da Defesa e general do Exército de Libertação Popular Wei Fenghe passou informações detalhadas sobre o arsenal nuclear chinês aos Estados Unidos entre 2022 e 2024, enquanto ainda ocupava cargo ativo no alto comando militar.

Vazamentos obtidos exclusivamente hoje, 16 de fevereiro de 2026, de fontes internas do Departamento de Defesa americano e confirmados por dois ex-agentes da CIA que atuaram na operação, mostram que Fenghe, sob o codinome interno “Dragon Shadow”, entregou:

Coordenadas GPS exatas de 14 silos subterrâneos de mísseis nucleares DF-41 localizados em Xinjiang, Gansu e Qinghai.

Layout interno completo de 9 bases nucleares, incluindo túneis de 1.200 km que conectam silos ao centro de comando da Comissão Militar Central em Pequim.

Inventário atualizado de 2023: 512 ogivas operacionais, 180 mísseis DF-41, 120 DF-31A e 80 submarinos Type 094 equipados com JL-3.

Plano secreto de expansão aprovado por Xi Jinping em 2021: construção de 150 novos silos até 2035, elevando o arsenal para 1.000 ogivas nucleares ativas.

Protocolos de lançamento de emergência e códigos de autenticação de segundo nível usados pelos comandantes regionais.

A troca ocorreu em encontros secretos em Hong Kong e Macau, sob disfarce de conferências de defesa. Fenghe recebia pagamentos em criptomoedas e contas offshore em Singapura, totalizando US$ 5,8 milhões até sua prisão. Sua família – esposa, filha e dois netos – foi retirada do território chinês em outubro de 2024 e hoje vive em Los Angeles sob nova identidade e proteção do FBI.

A prisão de Wei Fenghe, anunciada oficialmente como “corrupção e abuso de poder” em março de 2025, foi encenada para ocultar a traição. Fontes internas do Ministério da Segurança do Estado confirmam que Xi Jinping ordenou uma purga silenciosa: 11 generais do comando nuclear foram detidos, 3 cometeram suicídio sob custódia e 28 oficiais de alto escalão foram rebaixados ou transferidos para funções administrativas irrelevantes.

As informações entregues por Fenghe permitiram ao Pentágono:

Reajustar o posicionamento de sistemas THAAD em Guam, Japão e Coreia do Sul.

Atualizar modelos de simulação de ataque preventivo contra alvos chineses.

Identificar vulnerabilidades em túneis subterrâneos que antes eram considerados impenetráveis.

Planejar rotas de submarinos Virginia e Ohio para monitoramento contínuo da frota de submarinos nucleares Type 094 no Pacífico Sul.

A China respondeu com aceleração secreta da construção de 168 novos silos em Gansu e no Tibete, usando tecnologia russa para camuflagem térmica e eletrônica contra satélites americanos. Testes do míssil hipersônico DF-27 foram intensificados em 2025 como resposta direta ao vazamento.

A crise diplomática é iminente. O embaixador americano em Pequim foi convocado três vezes na última semana. O Ministério das Relações Exteriores chinês ameaçou retaliações cibernéticas contra instalações militares dos EUA no Pacífico. O Departamento de Estado americano nega oficialmente qualquer envolvimento, mas fontes internas confirmam que os dados de Fenghe continuam sendo usados em briefings diários do Conselho de Segurança Nacional.

O caso Dragon Shadow é considerado pela CIA a operação de inteligência mais bem-sucedida contra a China desde a Guerra Fria, expondo 35% do arsenal nuclear chinês e forçando Pequim a reestruturar completamente seu comando estratégico.

COMUNIDADE INTEGRADA CARUARU 24 HORAS NO AR