O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, prestou depoimento no julgamento do ex-congressista David Rivera, seu antigo colega de quarto e aliado político. Durante o testemunho, Rubio confirmou oficialmente que, em 2017, recebeu informações de inteligência americana de que o poderoso líder chavista Diosdado Cabello, uma das figuras mais influentes do regime venezuelano, planejava seu assassinato.

Rubio relatou que, na época em que era senador pela Flórida, foi informado por agências de inteligência dos EUA sobre uma possível ordem de Cabello para eliminá-lo. Diante da ameaça, sua segurança pessoal foi reforçada por vários meses, com proteção adicional da Polícia do Capitólio e das autoridades locais em Washington e Miami.

O depoimento ocorreu no tribunal federal de Miami, onde Rivera é julgado por supostamente atuar como lobista não registrado em favor do governo venezuelano durante o primeiro mandato de Trump, recebendo milhões de dólares por meio de contratos com a Citgo (subsidiária da PDVSA).

**Veracidade**  
O testemunho de Marco Rubio é fato confirmado por múltiplas fontes jornalísticas americanas confiáveis, incluindo Axios, CNN, Miami Herald, AP News e NBC News, todas publicadas entre 23 e 25 de março de 2026. Rubio confirmou publicamente no tribunal que recebeu alertas de inteligência sobre a ameaça de Cabello em 2017 e que sua segurança foi reforçada. Não há contestação sobre a existência do depoimento ou sobre o que Rubio declarou.

**Análise Jurídica**  
O depoimento de Rubio não constitui prova judicial contra Cabello (que não está sendo julgado nos EUA), mas reforça investigações americanas sobre o regime venezuelano por narcoterrorismo, corrupção e ameaças a autoridades americanas. Nos Estados Unidos, ameaças de assassinato contra autoridades eleitas são tratadas com gravidade (18 U.S.C. § 1116 e leis de proteção a testemunhas). No Brasil, se houvesse indícios de ameaça contra autoridade estrangeira em território nacional, poderia configurar crime contra a segurança nacional (Lei 7.170/1983). Até o momento, não há processo aberto no Brasil relacionado a essa ameaça específica.

**Análise Técnica**  
Em 2017, um memorando do Departamento de Segurança Interna (DHS) já alertava para uma possível ordem de Cabello para assassinar Rubio, citando contatos com nacionais mexicanos. Na época, a ameaça não foi totalmente corroborada, mas foi considerada suficientemente séria para justificar reforço de segurança. No julgamento de Rivera, Rubio confirmou que recebeu esses alertas de inteligência e que sua proteção foi aumentada por meses. O depoimento durou várias horas e foi marcado por forte esquema de segurança no tribunal de Miami.

**Conclusão e resumo detalhado**  
Durante depoimento no julgamento do ex-congressista David Rivera, o secretário de Estado Marco Rubio confirmou oficialmente que, em 2017, recebeu informações de inteligência de que Diosdado Cabello planejava seu assassinato. A ameaça levou ao reforço de sua segurança pessoal por vários meses. O caso faz parte de um julgamento por suposta lobista ilegal em favor do governo venezuelano. A informação é verídica e confirmada por reportagens de veículos americanos. Não há processo judicial contra Cabello nos EUA decorrente desse depoimento específico, mas ele reforça o monitoramento americano sobre o regime venezuelano. Baseada exclusivamente em fontes verificadas pela Comunidade Integrada Caruaru 24 Horas NO AR, preservando total imparcialidade e limitando-se aos fatos confirmados no julgamento.



U.S. Secretary of State Marco Rubio testified in the trial of former congressman David Rivera, his longtime friend and political ally. During the testimony, Rubio officially confirmed that in 2017 he received U.S. intelligence information that powerful Chavista leader Diosdado Cabello was planning his assassination.

Rubio stated that, while he was a Florida senator, he was informed by U.S. intelligence agencies of a possible order from Cabello to eliminate him. In response to the threat, his personal security was strengthened for several months, with additional protection from the Capitol Police and local authorities in Washington and Miami.

The testimony took place in federal court in Miami, where Rivera is on trial for allegedly acting as an unregistered lobbyist for the Venezuelan government during Trump’s first term, receiving millions of dollars through contracts with Citgo (PDVSA’s U.S. subsidiary).

**Veracity**  
Rubio’s testimony is a confirmed fact, reported by multiple reliable U.S. news outlets including Axios, CNN, Miami Herald, AP News, and NBC News, published between March 23 and 25, 2026. Rubio publicly confirmed in court that he received intelligence alerts about Cabello’s threat in 2017 and that his security was enhanced. There is no dispute about the existence of the testimony or what Rubio stated.

**Legal Analysis**  
Rubio’s testimony does not constitute judicial proof against Cabello (who is not on trial in the U.S.), but it strengthens U.S. investigations into the Venezuelan regime for narcoterrorism, corruption, and threats against American officials. In the United States, threats to assassinate elected officials are treated seriously (18 U.S.C. § 1116 and witness protection laws). In Brazil, if there were indications of a threat against a foreign authority on national territory, it could constitute a crime against national security (Law 7.170/1983). To date, there is no open case in Brazil related to this specific threat.

**Technical Analysis**  
In 2017, a Department of Homeland Security (DHS) memo already warned of a possible order from Cabello to assassinate Rubio, citing contacts with Mexican nationals. At the time, the threat was not fully corroborated, but it was considered serious enough to justify enhanced security. In Rivera’s trial, Rubio confirmed he received these intelligence alerts and that his protection was increased for months. The testimony lasted several hours and was marked by heavy security at the Miami courthouse.

**Conclusion and detailed summary**  
During testimony in the trial of former congressman David Rivera, Secretary of State Marco Rubio officially confirmed that in 2017 he received intelligence information that Diosdado Cabello was planning his assassination. The threat led to enhanced personal security for several months. The case is part of a trial for alleged illegal lobbying on behalf of the Venezuelan government. The information is truthful and confirmed by U.S. media reports. There is no judicial process against Cabello in the U.S. resulting from this specific testimony, but it reinforces U.S. monitoring of the Venezuelan regime. Baseada exclusivamente em fontes verificadas pela Comunidade Integrada Caruaru 24 Horas NO AR, preservando total imparcialidade e limitando-se aos fatos confirmados no julgamento.